Fala Manoelito
Fala Manoelito
Fala Manoelito

Atlântico transportes deve encerrar operações em Ilhéus no fim de outubro, afirma sindicato m

 


O transporte coletivo de Ilhéus pode passar por novas mudanças nos próximos dias. Segundo informações divulgadas pelo presidente do Sindicato dos Rodoviários de Ilhéus (SINROD), Amilton Almeida Santos, conhecido como indio, a empresa Atlântico Transportes deverá finalizar suas atividades no município no dia 31 de outubro.

De acordo com o dirigente sindical, a decisão estaria relacionada às dificuldades financeiras enfrentadas pela empresa, que comprometeriam a manutenção dos serviços de transporte público e poderiam gerar problemas no cumprimento das obrigações trabalhistas com os funcionários.

Outro ponto destacado é a situação contratual da concessionária. O contrato emergencial firmado entre a Atlântico Transportes e a Prefeitura de Ilhéus teria sido encerrado oficialmente em 28 de maio de 2026. Apesar disso, a empresa permaneceu operando no município, sem a formalização de um novo processo licitatório, conforme as informações divulgadas.

A possível saída da empresa levanta questionamentos sobre os próximos passos da administração municipal para garantir a continuidade do transporte coletivo e evitar prejuízos aos usuários do serviço.
A situação ainda exige esclarecimentos oficiais


Manoelito Puentes

DRT 6455

Transporte público de Ilhéus: R$ 8 milhões , perguntas sem respostas e quem vai responder?


R$ 8,068 milhões. Esse é o valor que, segundo denúncia da vereadora Enilda Mendonça, foi pago à empresa Atlântico entre novembro de 2025 e julho de 2026, em repasses relacionados a um acordo judicial sobre prejuízos da pandemia envolvendo as empresas São Miguel e Viametro.

Há um detalhe que não pode ser ignorado: *a Atlântico começou a operar em Ilhéus apenas em junho de 2025, anos depois do período mais crítico da pandemia*. Isso, por si só, não comprova irregularidade, mas torna indispensável esclarecer qual foi o fundamento jurídico para os pagamentos, quais obrigações foram assumidas e por que essa empresa recebeu os recursos.

Estamos falando de milhões de reais do dinheiro público. Portanto, não basta justificar os pagamentos com a existência de um acordo judicial. É preciso tornar claros os critérios adotados, os beneficiários, a responsabilidade de cada envolvido e os resultados efetivamente entregues à população.

E agora a situação ganha um elemento ainda mais preocupante: a mesma empresa tem previsão de encerrar sua operação em Ilhéus no final deste mês. A empresa vai embora, mas as perguntas continuam. E os milhões pagos, como ficam?

O encerramento das atividades vai significar também o encerramento das cobranças? Quem vai responder pelos pagamentos realizados? A Prefeitura apresentará todos os esclarecimentos necessários? Os órgãos de controle já examinaram os fatos e chegaram a alguma conclusão?

Não se pode confundir o fim de uma operação com o fim das responsabilidades. Se existem dúvidas sobre a destinação dos recursos públicos, elas precisam ser esclarecidas, independentemente de a empresa continuar ou não prestando o serviço. E, caso sejam comprovadas irregularidades, os responsáveis devem responder na forma da lei.

Também é necessário perguntar: o que a população de Ilhéus recebeu em contrapartida a tantos recursos? O transporte público apresentou melhorias compatíveis com os valores envolvidos? Houve resultados concretos? Ou a sociedade continuará sem respostas sobre decisões que afetam diretamente o seu dinheiro e um serviço essencial?

A Prefeitura precisa se manifestar com documentos, números e explicações objetivas. Os órgãos de fiscalização precisam informar quais providências foram adotadas. E a Câmara Municipal, no exercício de sua função fiscalizadora, deve acompanhar o caso e cobrar respostas conclusivas.

Ilhéus não pode aceitar que milhões de reais sejam pagos, uma empresa encerre suas atividades e tudo termine sem que a sociedade saiba exatamente o que aconteceu.

Não se trata de condenar antecipadamente a empresa ou qualquer agente público. Trata-se de exigir transparência, apuração e responsabilidade.

A pergunta que fica é inevitável: quando chegar o fim do mês, a Atlântico encerrará sua operação, mas quem ficará para responder por tudo isso?

Porque, se o serviço termina, os pagamentos já foram realizados e as dúvidas permanecem, a população tem todo o direito de cobrar: afinal, até onde vai a responsabilidade da gestão pública? Ou vamos assistir a mais um caso em que o dinheiro público está no centro da discussão, mas as respostas e as responsabilidades nunca chegam?


Manoelito Puentes

DRT 6455

BAMAJ conquista 2º lugar em competição regional sem apoio municipal



Banda Marcial Jorge Amado fica a apenas 1,9 pontos da campeã no CONFANITA 2026 e se prepara para a próxima etapa, prevista para Ilhéus.

A Banda Marcial Jorge Amado (BAMAJ) conquistou o segundo lugar no CONFANITA 2026, ficando a apenas 1,9 pontos de diferença da banda campeã. O resultado representa uma conquista importante para um projeto que nasceu com foco na formação musical e na inclusão social de jovens de Ilhéus.


Fundada em janeiro de 2025, a BAMAJ surgiu com o apoio do Núcleo Sociocultural Teotônio Vilela, com a proposta de fortalecer iniciativas sociais, oferecer oportunidades a estudantes e contribuir para a formação de novos músicos. A iniciativa também busca manter os jovens envolvidos em atividades educativas, culturais e artísticas, ampliando suas perspectivas de futuro.


Apesar da conquista, a banda enfrenta dificuldades relacionadas à falta de apoio da Prefeitura Municipal de Ilhéus, segundo as informações apresentadas pelo projeto. A situação chama a atenção porque, mesmo sem esse suporte municipal, os integrantes conseguiram alcançar um resultado expressivo na competição.


Agora, a BAMAJ volta suas atenções para a próxima etapa, prevista para acontecer em Ilhéus. A expectativa é dar continuidade ao trabalho, aperfeiçoar o desempenho musical e buscar novos resultados.


A conquista deixa uma reflexão: quantos talentos podem surgir quando jovens encontram oportunidades, orientação e espaço para desenvolver suas habilidades? Projetos como a BAMAJ mostram que a formação musical também pode ser uma ferramenta de transformação social. O desafio é garantir que iniciativas com esse potencial não dependam apenas do esforço de voluntários e da colaboração da iniciativa privada para continuar de pé.


O MENINO DA RÁDIA PRECISA MUDAR OS QUADROS DESSA SECRETÁRIA, mesmo com as chantagens costumeiras na imprensa. Creio que esta na hora de por para funcionar ( talvez não seja feito, por absoluta falta de quadros), o menino da rádia NÃO TEM GRUPO, APENAS TEM UNS POUCOS BAJULADORES.


Manoelito Puentes

DRT 6455




URGENTE: Veritá acaba de divulgar nova pesquisa e traz cenário da disputa entre Flávio Bolsonaro e Lula logo após eleições

 


Pesquisa nacional do Instituto Veritá aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em um cenário de segundo turno para a Presidência da República. Segundo o levantamento, Flávio registra 51,56% dos votos válidos, enquanto Lula aparece com 48,44%, uma diferença de 3,12 pontos percentuais.

O levantamento ouviu 40.500 pessoas nas 27 unidades da Federação entre 26 de setembro e 2 de outubro de 2026. O instituto informa nível de confiança de 95% e margens de erro entre ±2,0 e ±3,5 pontos percentuais, conforme o recorte analisado. A pesquisa considera votos válidos, excluindo brancos, nulos e indecisos.

Registros no TSE: BR-02268, BR-09649, BR-08027, BR-05342, BR-029816, BR-08782, BR-08274, BR-01346, BR-05946, BR-01770, BR-09434, BR-02068, BR-06095, BR-09847, BR-03172, BR-06091, BR-02454, BR-01993, BR-00437, BR-05406, BR-02958, BR-09126, BR-01717, BR-00261, BR-04355, BR-01487 e BR-09668/2026.


Manoelito Puentes 

DRT 6455

Obrigado Nordeste!




Nesse pleito, o PL obteve 10.398.640 votos.

Obrigado aos meus conterrâneos nordestinos, principalmente da Bahia, do Piauí, do Ceará e dos demais estados do Nordeste, que são importantes na decisão dos destinos do nosso país.

Agradecemos, neste momento, pelo apoio, pela confiança e, sobretudo, por acreditar que é possível. É possível, sim, um novo Brasil. É possível, sim, uma nova aliança. É possível, sim, um novo tempo.

E nós queremos ver o tempo de crescer e construir. Nós queremos ver o tempo de novos e prósperos dias. Nós queremos ver o tempo do progresso. Nós queremos ver o tempo do retorno do Brasil aos trilhos, com menos impostos, menos juros da dívida pública e menos juros do cartão de crédito, sobretudo no financiamento das compras no comércio.

O Natal se avizinha. Se não tivermos uma mudança, este Natal não será um Natal próspero para o nosso comércio do Brasil, devido às altas taxas de juros.

Precisamos, sim, de um novo tempo, com a redução dos ministérios, o que, consequentemente, reduz o gasto público. Precisamos, sim, não viajar com 100, 150 pessoas para fazer uma gastança enorme em hotéis de luxo. Precisamos, sim, viajar pelo mundo para fazer negócios. Precisamos vender as commodities do Brasil. Precisamos vender o nosso agro para o mundo inteiro, porque o Brasil é o celeiro do mundo.

Precisamos, sim, renovar.


Manoelito Puentes

DRT 6455




Explode a Onda Azul




As manifestações políticas realizadas em diferentes regiões da Bahia vêm sendo marcadas, segundo apoiadores de ACM Neto (União Brasil), por uma forte presença popular. Para o radialista Manoelito Puentes, esse movimento representa uma “Onda Azul” que ganha força e expressa, nas ruas, o desejo de mudança de parte do eleitorado baiano.

Na avaliação de Puentes, as mobilizações demonstram que existe um sentimento de insatisfação com o atual governo estadual e que uma parcela da população estaria defendendo o encerramento do ciclo político liderado pelo PT na Bahia. O radialista sustenta que esse movimento poderá se refletir nas urnas no próximo dia 4 de outubro, quando os baianos irão escolher o governador no primeiro turno.

“É inegável que o povo da Bahia cansou de tanta inépcia e incompetência do desgoverno Jerônimo, considerado por mim o pior governo da história da Bahia”, afirma Manoelito, em uma avaliação política pessoal sobre a atual administração estadual.

Ainda segundo Puentes, o Sul, Extremo Sul e Baixo Sul da Bahia deverão caminhar unidos em torno de uma mesma proposta, defendendo o nome de ACM Neto, número 44, para o Governo do Estado. A campanha de Neto tem realizado caminhadas, carreatas e comícios em diferentes municípios baianos durante a reta final da disputa.

Para o radialista, a força política que vem sendo demonstrada no interior será determinante para o futuro da Bahia. “A Bahia vai se libertar no dia 4 próximo”, afirma Puentes, ao defender que a população escreva uma nova história política para o estado.

“A força vem do interior!

Manoelito Puentes

DRT 6455

Abra os zoios menino da rádia




Se o “menino da rádia”, que não tem liderança nem articulação política de expressão, tampouco um grupo político consolidado, não conseguir articular uma candidatura própria, terá dificuldades imensas — verdadeiramente hercúleas — em seu projeto de reeleição.

Embora um chegado seu ache e opine que “os amadores venceram a eleição de 2024”, é preciso pontuar que cada eleição tem suas peculiaridades. Não se pode analisar uma disputa eleitoral apenas pela ótica da experiência ou da inexperiência dos seus protagonistas.

Nada contra a pessoa do ex-prefeito ou do ex-presidente da Câmara, integrantes da federação União Brasil/PP. Mas, na prática, a dupla detém influência sobre uma parcela significativa do governo e mantém, com isso, não apenas alinhamento político, mas também expectativa de poder e, sobretudo, instrumentos de pressão contínua.

Haja vista que o tão propalado “apoio” efetivamente não se concretizou da forma como alguns tentam apresentar. O que houve, na avaliação deste articulista, foi a retirada de uma candidatura que caminhava para o insucesso e que, caso permanecesse, poderia abrir caminho para a vitória do PT.

O outro lado também tentou impor uma candidatura de uma pessoa ainda desconhecida da política local e sem pertencimento histórico à vida política de Ilhéus. Foi então que um velho político — ou, como alguns preferem chamar, um decano da política regional —, com forte liderança e um grupo unido e coeso, inteligentemente construiu um acordo que se mostrou extremamente exitoso.

O movimento reuniu pessoas e candidatos que, ao vislumbrarem a possibilidade de vitória dos chamados “amadores”, capitaneados pelo jovem que tinha como principal capital eleitoral o nome de Valderico Luz Reis, decidiram mudar o jogo.

Valderico Reis, o “Valderico meu povo”, tornou-se uma figura pública marcada pelo carinho de parte da população de Ilhéus, cidade que ele costuma chamar carinhosamente de “Ilhéuszu”, com seu jeito simples e peculiar de falar.

Vale recordar, entretanto, que forças políticas da época lhe aplicaram um golpe político e contribuíram para a retirada de um mandato que, na visão de seus apoiadores, havia sido outorgado por Deus e pelo povo de Ilhéus.

Segundo essa interpretação, pessoas que haviam sido fragorosamente derrotadas nas urnas e algumas delas sem mandato popular utilizaram suas prerrogativas políticas para construir um processo que culminou em sua cassação, em meio à controvérsia envolvendo atrasos deliberados e articulados no repasse do duodécimo destinado à Câmara de Vereadores.

Também me recordo de um episódio que, embora tenha se perdido no tempo, permanece vivo na memória de quem acompanhou aquela época.

Eu havia advertido Valderico sobre a existência de um suposto “mensalinho” comandado por um ex-vereador, já falecido. Naquele momento, a orientação era de que não seria de bom alvitre interromper aquela prática. Posteriormente, o caso veio à tona e provocou um verdadeiro “bololô” político.

Lembro-me como se fosse ontem. Era um sábado. Valderico “meu povo” estava, como sempre, sentado entre as bombas de gasolina de um posto de sua propriedade, tomando uma latinha de energético, quando conversamos sobre o assunto.

Existem momentos na vida de um pretenso líder em que se torna necessária uma verdadeira virada de mesa.

E é justamente aí que entra outra história política de Ilhéus, ocorrida entre as paredes do então Palácio Paranaguá, sede do Governo Municipal.

Naquela ocasião, um arrogante e poderoso “coroné” do cacau, conhecido por sua capacidade de articulação, teria tentado pressionar o então jovem prefeito Jabes Ribeiro.

Mas o jovem filho do saudoso Ribeiro teria sido direto ao responder, em síntese:

“Sou grato pelo seu apoio. Todavia, quero alertá-lo que estou prefeito e quem determina algumas coisas sou eu, principalmente as inerentes ao comando político. Se isso não lhe satisfaz, siga o seu rumo, que eu seguirei com o governo que o povo me outorgou.”

Daí em diante, Ilhéus conhece a história.

Jabes Ribeiro foi prefeito por mais de uma vez, deputado federal, secretário de Estado e, mesmo sem ter recebido um único voto no último pleito, continua liderando um grupo político e, em determinadas circunstâncias, demonstrando ter mais força e poder de articulação do que o próprio “Juninho”, legitimamente eleito pelo povo de Ilhéus.

E é exatamente essa a questão que precisa ser colocada na mesa.

Se os “amadores”, os chamados “menudos”, e o próprio jovem prefeito querem realmente construir um projeto de reeleição e, posteriormente, entrar para a história como o prefeito dos 500 anos de Ilhéus, será necessária uma virada de mesa.

Literalmente.

Uma das primeiras decisões estratégicas deverá ser a construção de uma base política própria, inclusive com a escolha de um presidente da Câmara para o próximo biênio que esteja alinhado ao seu projeto — alguém que faça parte do seu grupo, se é que esse grupo já está efetivamente consolidado.

A presidência da Câmara que antecederá a próxima eleição poderá ter peso significativo na organização das forças políticas que estarão em campo.

Depois disso, virá o verdadeiro teste: enfrentar nomes como Marão, Bebeto, Adélia e tantos outros que poderão surgir até a eleição dos 500 anos de Ilhéus.

Nada pessoal contra ninguém. Nem contra Porto, nem contra Ribeiro.

Mas política é política.

E quem deseja liderar precisa, antes de tudo, construir liderança.

Quem deseja disputar uma eleição precisa ter grupo.

E quem deseja vencer precisa entender que eleição não se ganha apenas com mandato, cargo ou estrutura de governo. Ganha-se também com articulação, alianças, confiança, presença política e capacidade de reunir pessoas em torno de um projeto.

No final das contas, a história de Ilhéus mostra que ninguém é dono absoluto da política.

O poder muda de mãos.

Os grupos se reorganizam.

As alianças se transformam.

E, quando chega a hora da urna, é o povo quem dá a palavra final.

A força vem do interior.


Manoelito Puentes

DRT 6455

Carregar Mais
Isso é Tudo