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NOVA LEI DA CNH: O FIM DAS AUTOESCOLAS OU O INÍCIO DE UM NOVO MERCADO?

 Por Gilson Nascimento

A recém-publicada Resolução CONTRAN nº 1.020, de 1º de dezembro de 2025, que altera de forma substancial as regras para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), acendeu um intenso debate em todo o país. De um lado, a promessa de redução de custos e menos burocracia para futuros motoristas. De outro, a preocupação com o futuro de milhares de autoescolas e o risco de precarização do ensino. A questão que se impõe é clara: estamos testemunhando o fim de um modelo tradicional ou o surgimento de uma nova era na formação de condutores?

Nos últimos anos, o processo para se tornar motorista habilitado no Brasil passou por transformações significativas. Antes da nova resolução, a última grande mudança ocorreu em 2020, com a Lei nº 14.071, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Entre as principais alterações, destacam-se a ampliação do prazo de validade da CNH — de cinco para dez anos para condutores com menos de 50 anos — e a flexibilização do sistema de pontos para a suspensão do direito de dirigir, estabelecendo os seguintes limites: 40 pontos, se não houver infração gravíssima; 30 pontos, se houver uma infração gravíssima; 20 pontos, se houver duas ou mais infrações gravíssimas.

A nova resolução, contudo, atinge o ponto mais sensível do sistema: a obrigatoriedade e o custo das aulas em autoescolas. A principal bandeira dos defensores da medida é a economia. O custo para obtenção da CNH é historicamente elevado para os padrões da maioria dos brasileiros, e a flexibilização das exigências é vista como uma alternativa para ampliar o acesso à habilitação.

É fundamental compreender, no entanto, que os altos custos nem sempre foram gerados exclusivamente pelas autoescolas. Ao longo dos anos, o processo de habilitação foi onerado por uma série de serviços agregados que escapavam ao controle direto dos Centros de Formação de Condutores (CFCs), como taxas de entidades representativas, sistemas de monitoramento eletrônico, plataformas de agendamento e, em um episódio amplamente questionado, a exigência de simuladores de direção com fornecedor exclusivo. Esses custos, impostos por contratos vinculados a serviços públicos, acabavam sendo repassados ao cidadão, que arcava com a conta final.

A dimensão do problema é evidenciada por uma pesquisa recente do Ministério dos Transportes, que aponta que cerca de 60% das pessoas que conduzem veículos no país não possuem CNH, sendo os altos valores exigidos o principal fator de exclusão.

Foi para enfrentar esse cenário que a nova resolução foi concebida. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, o objetivo é criar um modelo mais acessível sem comprometer a segurança no trânsito. “Nosso objetivo é duplo: democratizar o acesso à CNH e, ao mesmo tempo, fortalecer a segurança no trânsito. Não estamos abrindo mão da qualidade. Pelo contrário, queremos que mais pessoas tenham acesso a uma formação de qualidade, tornando nossas ruas e estradas mais seguras para todos”, afirmou o ministro.

Longe de eliminar as autoescolas, a nova legislação reforça seu papel como o ambiente mais seguro e adequado para a instrução certificada. Com estrutura física apropriada, instrutores qualificados e veículos adaptados, os CFCs permanecem como a espinha dorsal do novo modelo. A mudança, segundo especialistas, deve provocar um reajuste natural na clássica lei da oferta e da procura.

Se antes o modelo de negócio se baseava em um número reduzido de alunos pagando valores elevados por pacotes extensos de aulas, o novo cenário aponta para dois perfis principais de clientes. O primeiro é o Motorista Experiente: uma grande massa de condutores que já dirige, mas nunca regularizou sua situação. Esse público tende a procurar os CFCs para cumprir a carga horária mínima exigida e obter a habilitação formal, representando um expressivo volume de matrículas. O segundo perfil é o Aluno Iniciante, que começará do zero e continuará demandando pacotes mais completos de aulas práticas e teóricas, essenciais para adquirir técnica, segurança e confiança para aprovação nos exames.

“Estamos prontos. Temos estrutura e expertise. O que veremos é um ajuste de mercado. Onde antes havia menos alunos pagando mais, agora teremos um volume muito maior de pessoas com necessidades diferentes. O faturamento pode crescer exponencialmente com a escala”, avalia o proprietário de um CFC em Itabuna, que, ao contrário de muitos, já se preparou para as novas demandas. Para as autoescolas, adaptar-se a essa nova realidade, oferecendo pacotes flexíveis e modelos de ensino diversificados, não é apenas uma questão de sobrevivência, mas uma oportunidade histórica de expansão. Além disso, a mudança pode contribuir de forma decisiva para um trânsito com mais motoristas habilitados, regularizados e, consequentemente, mais seguro.

Gilson Pedro Nascimento de Jesus Coordenador Técnico Regional do Detran-BA; Policial Militar da Reserva; Bacharel em Administração; Bacharelando em Direito; Especialista em Mobilidade Urbana e Trânsito; Pós-graduando em Direito e em Administração Pública; Perito em Acidentes de Trânsito.

Filha de Olavo de Carvalho é encontrada morta

 


O caso da morte de Heloisa de Carvalho Martin Arribas, filha do escritor e ideólogo Olavo de Carvalho, chamou atenção pela combinação de antecedentes familiares, histórico de exposição pública e circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas. Ela foi encontrada morta em casa, em Atibaia, interior de São Paulo, na noite desta quarta-feira (7/1), e a investigação segue em andamento sob responsabilidade da Polícia Civil, que trata o caso com cautela e aguarda laudos periciais.

Como foi a morte da filha de Olavo de Carvalho?

Segundo informações oficiais, o corpo foi localizado por um amigo, que acionou as autoridades. A equipe policial chegou ao imóvel pouco antes das 23h e permaneceu no local até a madrugada do dia seguinte, realizando os primeiros registros e preservando o ambiente para perícia. As informações são da Revista Fórum.

A hipótese inicial é de suicídio, mas os investigadores aguardam laudos para definir a causa exata da morte. A dinâmica do que ocorreu dentro da residência, a ingestão de substâncias e o estado emocional de Heloisa ainda são peças em montagem no inquérito.

Quais substâncias foram encontradas na casa em Atibaia?

De acordo com o boletim de ocorrência, Heloisa foi encontrada deitada na cama, em decúbito dorsal. Ao lado do corpo, havia um copo com um líquido de coloração alaranjada, e na cozinha os policiais relataram ter visto bebida alcoólica e uma garrafa de água com resquícios de substância branca em seu interior.

Também foram recolhidos dois frascos vazios de Epilenil, medicamento anticonvulsivante à base de valproato de sódio, e um frasco de Nistatina, antifúngico, pela metade. No dia anterior à morte, Heloisa teria sido atendida em unidade de saúde com suspeita de intoxicação por medicamentos, tendo recebido alta após avaliação médica.

Como a polícia investiga a morte e analisa os laudos periciais?

A Polícia Civil trabalha com a análise das substâncias apreendidas e das condições em que foram localizadas, cruzando esses dados com o histórico clínico e o atendimento médico recente. O material recolhido será submetido a exames toxicológicos, enquanto o Instituto Médico-Legal (IML) conduz a necrópsia para apontar a causa médica da morte.

Em situações semelhantes, a investigação costuma seguir etapas padronizadas, que ajudam a montar a cronologia dos fatos e a afastar ou confirmar outras hipóteses além do suicídio:

  • Perícia no local, com registro fotográfico e coleta de vestígios.
  • Análise de prontuários médicos e histórico de uso de medicações controladas.
  • Oitiva de testemunhas próximas, como amigos, vizinhos e familiares.
  • Acompanhamento de laudos toxicológicos e da necrópsia do IML.
  • Cruzamento de horários entre atendimento médico, deslocamentos e contatos recentes.

Qual é o contexto familiar e público de Heloisa de Carvalho?

Heloisa ganhou notoriedade por suas divergências públicas com o pai e por disputas relacionadas ao espólio do escritor. Em dezembro de 2025, afirmou ter sido excluída do testamento de Olavo de Carvalho, mas disse que a medida não afetaria, em tese, sua estabilidade financeira, citando a legislação de direitos autorais e possíveis royalties.

Ela também declarou, à época, que o seguro de vida do escritor a teria como beneficiária. Além da esfera patrimonial, esteve envolvida em episódios de repercussão nacional, como a queixa-crime movida por Olavo em 2017, posteriormente arquivada, e a colaboração com o Ministério Público, em 2020, em investigações que envolveram Fabrício Queiroz e o endereço em Atibaia associado ao advogado Frederick Wassef.

Terrabrasilnoticias

Imagem : Heloisa e Olavo de Carvalho - Imagem: Reprodução/Heloisa de Carvalho Martin/Olavo de Carvalho/Amazon/Reprodução

Pão comido é esquecido.

Neste final de semana, o Condomínio Sol e Mar completou 9 anos. Estranho esse aniversário, não?

Afinal, o empreendimento foi concluído e entregue durante o governo do ex-prefeito Marão. Ainda assim, ninguém lembrou da data. Talvez a “assessoria” de imprensa, por estar em Salvador e por não ter estudado o produto, tenha simplesmente ignorado o fato. Ou talvez seja pura falta de conhecimento mesmo — o que ajuda a explicar por que o “marketing” em Ilhéus, sua principal base política, com projeção mínima de 15 mil votos, simplesmente não acontece.

Nem sempre apenas o “acadêmico” funciona. Como diz o ditado popular:
“Na prática, a teoria é sempre outra.”

O mesmo vale para certos blogueiros e parte da imprensa em geral que mamaram por oito anos. Alguns, inclusive, se dizem de “esquerda”, apesar de terem parentes nomeados no governo. Incrivelmente, seguem ativos até hoje.
Mas nenhum deles lembrou de registrar que o Condomínio Sol e Mar foi inaugurado naquela gestão.

Pão comido é esquecido.

Afinal, como dizia o saudoso amigo e irmão Antônio Olímpio:
“Político sem mandato é igual a casca de jaca: nem jegue quer.”

Mas…
o futuro será bem melhor.

CCJ aprova projeto que reconhece carteira de radialista como documento de identidade no Brasil

 


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (12), o Projeto de Lei 3030/2022, que reconhece oficialmente a carteira profissional de radialista como documento de identidade válido em todo o território nacional. A proposta altera a Lei nº 6.615/1978 e garante validade legal à carteira emitida por sindicatos ou federações devidamente registradas no Ministério do Trabalho, com exigência de renovação periódica.

A aprovação representa o fim de uma luta de quase 20 anos da categoria e foi comemorada por profissionais do setor e parlamentares que apoiam a causa. A deputada federal Yandra Moura (União-SE) celebrou o avanço e destacou o papel do ex-deputado André Moura, autor da proposta original apresentada em 2015, mas que havia sido vetada na época.

Ela também lembrou que é autora do Projeto de Lei 5461/2025, que estabelece o Piso Salarial Nacional dos Trabalhadores em Rádio e Televisão, fixado em R$ 4.236 para jornada de 30 horas semanais e com reajuste anual, iniciativa que tem apoio da FITERT e da FENARTE. Com a aprovação na CCJ, o Projeto de Lei 3030/2022 segue agora para análise do plenário da Câmara dos Deputados. Caso seja aprovado, o texto avança para o Senado antes de seguir para sanção presidencial.

FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE-LESTE DA BAHIA MUDA TRAÇADO E VIRA PRIORIDADE DO GOVERNO LULA

Fiol também será incluída no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal

O trecho 3 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) vai passar por uma mudança no traçado. A malha original que ligaria Barreiras a Figueirópolis (TO), agora pretende conectar Correntina a Mara Rosa (GO), um eixo de 840 km de extensão que cria uma rota direta de integração com a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), em Mato Grosso.

Além disso, o governo federal vai oficializar a inclusão do novo trecho da Fiol no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), além de sua adesão ao PND (Programa Nacional de Desestatização), segundo informações da Folha de S. Paulo.

O novo traçado foi decidido após estudos mostrarem que a via direta de conexão evita a passagem por um longo trecho da Ferrovia Norte-Sul, que tornaria o caminho mais longo e caro, devido a direito de passagem cobrado por empresas que já atuam na ferrovia.

A mudança foi realizada com base em estudos feitos pela Infra SA, em parceria com a International Finance Corporation. A inclusão no PPI só depende, agora, de aprovação final pelo Palácio do Planalto.

O enquadramento no PPI dá ao projeto caráter de prioridade nacional, com agilidade em seu licenciamento ambiental e destaque em ações de financiamento público, como acesso facilitado a linhas de crédito e estudos pelo BNDES e pela Caixa Econômica Federal.
Economia

Ainda de acordo com a publicação, os estudos de rotas chegaram a avaliar três alternativas, até concluir que o trajeto entre Correntina e Mara Rosa é o mais vantajoso. Segundo as análises, a nova rota pode gerar uma economia operacional estimada em R$ 1 bilhão, considerando a redução do pagamento de direito de passagem na FNS, ao longo do período de concessão.

Do ponto de vista de engenharia e socioambiental, o traçado via Correntina também teria menos dificuldades, com menor presença de territórios indígenas, quilombolas e áreas de proteção ambiental que o traçado original.

Segundo parecer técnico da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o investimento total estimado para implantação da Fiol 3 é de R$ 12 bilhões, valor que inclui obras civis, aquisição de equipamentos, sistemas de controle e sinalização.

O trecho de 840 quilômetros de extensão se somará à Fico e aos demais lotes da Fiol, alcançando cerca de 2,4 mil quilômetros, até chegar ao Porto Sul, em Ilhéus (BA).

O corredor é visto pelo governo como um dos principais vetores de redução de custos do transporte de grãos, combustíveis e minérios. A expectativa do Ministério dos Transportes é encaminhar o edital do traçado ao Tribunal de Contas da União no início de 2026, para realização do leilão no primeiro semestre.

Fonte A Tarde

AVANTE SOB FOGO CRUZADO‼️Partido é acusado de fraude com candidatura feminina fictícia!

 O Ministério Público Eleitoral (MPE) da 25ª Zona Eleitoral de Ilhéus apresentou as alegações finais na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) n° 0600136-83.2024.6.05.0025, solicitando a cassação do mandato do vereador Márcio Bodão (Avante) e de outros candidatos do mesmo partido. A acusação aponta fraude à cota de gênero durante as eleições municipais de 2024, com o uso de uma candidatura fictícia para cumprir o percentual mínimo exigido de candidaturas femininas.

De acordo com a investigação, o diretório municipal do Avante em Ilhéus teria lançado a candidatura de Maria Rita Santos Teixeira, conhecida como Mary Santos, apenas para cumprir formalmente a cota de 30% destinada a mulheres. A denúncia partiu de Ninovaldo Jesus de Andrade, e os autos revelam áudios nos quais Mary Santos afirma ter aceitado o convite apenas para “compor legenda”, sem qualquer intenção de concorrer de fato a uma vaga na Câmara Municipal.

Mary Santos declarou que, à época do registro de candidatura, já residia em Ubatã (BA), para onde se mudou em fevereiro de 2023 após se separar do ex-marido e obter uma medida protetiva por conta de ameaças e violência doméstica. Diante dessa situação pessoal e da distância geográfica, ela não teria condições reais de participar da campanha eleitoral em Ilhéus. Ainda assim, o presidente municipal do partido, Daniel Santana Sena, optou por manter seu nome na chapa, mesmo havendo prazo legal para substituições até 16 de setembro de 2024.

O MPE também ressaltou que a candidata não recebeu apoio financeiro do partido e teve uma atuação limitada durante o período eleitoral, participando apenas de ações pontuais como a distribuição de santinhos e presença em algumas caminhadas. Para o Ministério Público, esses elementos demonstram que sua candidatura foi apenas simbólica, usada de forma irregular para cumprir a exigência legal da cota de gênero, o que configura fraude e justifica a cassação dos mandatos envolvidos.

AMIGOS RADIADIALISTAS

 

Neste Dia do Radialista, celebramos não apenas a nossa profissão, mas a paixão que nos une e a missão que desempenhamos em cada transmissão. A nossa voz é um canal que conecta pessoas, traz informações, entretenimento e, acima de tudo, esperança.

A nossa dedicação e compromisso em levar a música, notícia e a cultura a todos os cantos. Somos a alma das ondas sonoras, fazendo com que cada dia seja um novo capítulo na história que contamos juntos.
Neste dia especial, vamos celebrar as nossas conquistas, lembrar os desafios e renovar nosso compromisso de continuar a fazer a diferença na vida das pessoas. Que nossas vozes continuem a ecoar, sempre com respeito, ética e amor à nossa profissão.

Parabéns a todos nós!

Manoelito Puentes DRT 6455/BA

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